sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Orgulho em ser brasileiro

Bem pessoal, agora vamos a um momento patriótico, afinal, isto também é necessário para que tenhamos um mundo melhor. Para que aprendamos a valorizar o que temos de bom, para que possamos compartilhar estas experiências de sucesso com os outros, e reconhecer nossos defeitos de fato e assim trabalharmos para reverter este defeito em um efeito positivo.

O texto não é meu, mas senti a necessidade de compartilhá-lo com o maior número de pessoas tanto quanto fosse possível. Sei que tem gente que não gosta de receber correntes, e sinceramente eu sou um desses, então eu não poderia achar que este é o melhor método de divulgar. Mas enfim, eu tenho um blog e partindo do princípio de que quem entra aqui tem o propósito de ler algo interessante, reflitam sobre o texto abaixo. No e-mail em que o recebi informa que a autora é uma escritora holandesa, mas de nome desconhecido.

Agradeço enormemente à professora Margareti Nacamura, por tê-lo compartilhado comigo.
Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.
Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Desenvolvimento Sustentável

"A humanidade tem a capacidade de tornar o desenvolvimento sustentável para assegurar que els atenda às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações de atender suas próprias necessidades."

Esta frase consta nos autos da primeira reunião da Comissão Mundial Para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, um grupo idealizado em 1972 na Conferência de Estocolmo sobre o Meio Ambiente Humano, que contou com a participação de 113 países e em 1983 foi reconhecida pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Mas o que vem a ser este tal de Desenvolvimento Sustentável? Creio que o diagrama abaixo possa representá-lo bem, como uma união de três parcelas:

Equidade Social: O desenvolvimento sustentável deve tender a diminuir as diferenças entre as populações. Há quem diga que isto é impossível num sistema capitalista, aonde para um ganhar o outro tem que perder. Mas por trás disto está a consciência. É difícil atingir muita gente com este discurso de que é necessário consciência, mas em outro texto eu entro neste aspecto de análise.
Preservação Ambiental: Humanos inteligentes e desenvolvidos como somos, capazes de domar os animais e as leis da física, temos que ter astúcia para perceber que somos fracos diante da força da natureza, e que com ela não devemos competir, mas viver em harmonia. Lembram daquela terceira lei da mecânica newtoniana? Ela diz que toda ação gera uma reação contrária e com mesma intensidade. Lembremo-nos dos danos que causamos à natureza todos os dias... Agora imaginemos quando isso se voltar contra nós. Bem, já está voltando!

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Na onda dos BioCombustíveis

Peço desculpas pela falta de constância nas atualizações, mas justifico isto com meus afazeres diários. Este blog não tem um patrocinador que banque seu funcionamento, então como hobbie, sobra pra ele apenas meu tempo livre.

Deixando de lenga-lenga, vamos ao que interessa.

Primeiramente, o que são biocombustíveis?

Atualmente fala-se muito sobre eles, mas também há muito conflito de informações ao seu respeito. Combustível é toda matéria que, na presença de oxigênio, tem a capacidade de se inflamar. Então entendamos como biocumbustíveis os materiais que tenham a capacidade de entrar em combustão e tenham uma origem natural e uma cadeia cíclica na natureza. Mas porque não podemos apenas dizer que é aquele material oriundo de uma fonte natural? Porque a gasolina e o óleo Diesel são provenientes do craqueamento do petróleo, que é um composto mineral - logo, também é natural. O detalhe é que este mineral não é renovável a curto espaço de tempo.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Análise do ciclo de vida (ACV)

Aos mais preocupados com a questão ambiental, sempre que pensamos em amenizar o impacto de nossas ações, pensamos nas chamadas medidas “fim de tubo”, ou seja, o que faremos com o material após sua vida útil. Vamos reciclar? Renovar, Reutilizar ou reaproveitar em alguma outra coisa que não demande de um material novo? Bem, ainda é muito incipiente a noção de ciclo do material, ou como este tópico é chamado tecnicamente, a análise do ciclo de vida (ACV). De maneira implícita, até temos esta preocupação como uma questão de custo benefício, mas em tempos atuais, o real custo-benefício não deve ser entendido como meramente financeiro.

A ACV equivale a avaliar o impacto ambiental de um material durante toda a sua existência, por exemplo: extração, processamento, transporte, uso/manutenção, desmontagem, reuso/reciclagem e disposição final, e desta forma deixarmos de ter o pensamento do ciclo do material no sentido “cradle to the grave” (do berço ao túmulo) para pensarmos como algo que se renova - "cradle to cradle" (do berço novamente ao berço).

domingo, 12 de outubro de 2008

Carro com selo de eficiência

Você sabe o que significa aquela etiqueta presente em todos os aparelhos elétricos à venda? Isso é importante para que você efetue a compra?

Pois bem, esta etiqueta, ignorada por muitos, é uma poderosa arma que nós, consumidores, temos ao nosso dispor contra o desperdício de energia. Ela descreve o nível de eficiência energética de um produto e outras características dos equipamentos. nelas encontramos os selos do Inmetro e do Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica).

Ambientalistas e indústria automobilística conseguiram se juntar para introduzir uma etiqueta energíetica nos carros novos a partir de outubro deste ano. O programa será lançado no Salão do Automóvel de São Paulo, e a etiqueta deverá seguir os moldes dos equipamentos eletrodomésticos, com um código de letras, uma escala de cores e um fator médio de emissão de dióxido de carbono (CO2). Por meio desta etiqueta, o consumidor poderá comparar os modelos a partir do consumo de combustível, dentre outros fatores. Embora esta molécula química não seja poluente, ela representa um dos motivos drásticos das mudanças climáticas atuais, o sobre-aquecimento do planeta, e por isso o controlar suas fontes de emissão é tão importante.


No Velho Mundo a etiqueta energética se tornou comum nas lojas e concessionárias de carros novos. Aqui, ao contrário da tentência mundial, os fabricantes tendem a esconder o consumo real, com medo da reação cada vez mais "verde" dos consumidores.
A iniciativa é boa, e permitirá, por exemplo, a adoção de etiquetas semelhantes às disponíveis ao consumidor europeu, de fácil visualização e que pode vir a se tornar um importante fator de análise na hora da compra.

Mas reforço a idéia de que o carro é apenas um meio de transporte. Compre-o apenas se realmente precisar... e comprando-o, antes de usar pense consigo mesmo se não pode ir de ônibus, de bicicleta ou até mesmo andando. Esta reflexão pode se tornar uma arma muito mais importante do que a adoção deste selo.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Mais um sinal da natureza

Muitas pessoas já falaram que a natureza é quem vai dar a resposta pelo que fazemos com ela. Muitas pessoas já falaram que ela já está dando esta resposta. São muitas catastrofes naturais antes menos comuns. Derretimento das geleiras nos Pólos Norte e Sul. Sobreaquecimento em regiões aonde já era muito quente. Dentre outros fatores que já se fazem sensíveis. Agora, como podemos perceber pela foto abaixo, a natureza resolveu baixar o nível de vez.